{"id":6387,"date":"2013-06-25T00:00:00","date_gmt":"2013-06-25T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/granpal.com.br\/site\/2013\/06\/25\/seminario-debate-prevencao-a-violencia-na-regiao-metropolitana\/"},"modified":"2013-06-25T00:00:00","modified_gmt":"2013-06-25T03:00:00","slug":"seminario-debate-prevencao-a-violencia-na-regiao-metropolitana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.granpal.com.br\/site\/assembleia\/seminario-debate-prevencao-a-violencia-na-regiao-metropolitana\/","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio debate preven\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia na Regi\u00e3o Metropolitana"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"text-align: justify;\">Foi realizado nesta segunda-feira (24) o Semin&aacute;rio Metropolitano de Preven&ccedil;&atilde;o &agrave; Viol&ecirc;ncia &#8211; A&ccedil;&otilde;es Integradas e Inovadoras, promovido pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) e Cons&oacute;rcio Metropolitano. O evento, promovido na Casa do Ga&uacute;cho, no Parque Estadual de Exposi&ccedil;&otilde;es Assis Brasil, em Esteio, reuniu diferentes autoridades na quest&atilde;o da viol&ecirc;ncia, oportunizou um amplo debate e troca de experi&ecirc;ncias entre os participantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na abertura do evento, o presidente da Granpal e prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, destacou a import&acirc;ncia do trabalho em conjunto, entre munic&iacute;pios e em parceria com governo Estadual e Federal, para a solu&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia em suas diferentes facetas. &#8220;&Eacute; preciso construir redes locais e redes regionais, principalmente, para que consigamos um resultado mais efetivo na preven&ccedil;&atilde;o e combate &agrave; viol&ecirc;ncia. Nossa regi&atilde;o &eacute; composta por munic&iacute;pios com menos de 150 mil habitantes, que ficariam de fora de importantes programas do Governo Federal para essas quest&otilde;es. Mas se fizermos um cons&oacute;rcio, por exemplo, podemos buscar os recursos e trabalharmos de forma mais efetiva, com melhores resultados&#8221;, exemplificou. Gilmar afirmou que o objetivo do Semin&aacute;rio &eacute; debater a fundo a quest&atilde;o e, no final, preparar uma publica&ccedil;&atilde;o. &#8220;Ser&aacute; dada sequ&ecirc;ncia ao debate pela Granpal. Temos que fazer um trabalho forte, focado nas causas da viol&ecirc;ncia. Aqui estamos estimulando a busca de solu&ccedil;&otilde;es para nossos problemas conjuntos&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem tamb&eacute;m destacou as parcerias foi o secret&aacute;rio estadual de Justi&ccedil;a e Direitos Humanos, Fabiano Pereira. O titular da SEJDH destacou que as ideias inovadoras e o acompanhamento das a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais para o sucesso dor programas implantados. Fabiano deu como destaque os cursos profissionalizantes oferecidos na Fase, que est&atilde;o mudando a realidade da entidade que trabalha com adolescentes infratores. &#8220;Depois do projeto, dos 221 jovens que sa&iacute;ram ap&oacute;s passar por cursos, apenas 9,5% reincidiram no crime. Al&eacute;m do curso, estamos oferecendo mais cuidado com a fam&iacute;lia, um ambiente melhor de conviv&ecirc;ncia e mais aten&ccedil;&atilde;o&#8221;, explicou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a manh&atilde;, depois da apresenta&ccedil;&atilde;o da orquestra do Mais Educa&ccedil;&atilde;o do CMEB Maria  Lygia Andrade Haack, foram realizado pain&eacute;is sobre diferentes aspectos da viol&ecirc;ncia e sobre servi&ccedil;os que s&atilde;o oferecidos por &oacute;rg&atilde;os e entidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os desafios da preven&ccedil;&atilde;o para uma escola segura foi o tema da palestra de Miriam Abramovay, soci&oacute;loga, coordenadora da &Aacute;rea de Juventude e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas da Flacso, doutora em Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade de Lyon e p&oacute;s-doutoranda da Clacso, primeiro painel da manh&atilde;. Ela destacou que &eacute; importante que se traga a comunidade escolar, sobretudo os alunos, para o centro dos debates das a&ccedil;&otilde;es que precisam ser realizadas na escola. Al&eacute;m disso, ela afirmou que &eacute; de suma import&acirc;ncia que a unidade escolar seja um ambiente agrad&aacute;vel. Ela afirmou ainda que a pol&iacute;cia deve ser o &uacute;ltimo recurso para combater a viol&ecirc;ncia na escola ou at&eacute; mesmo para dar cursos sobre drogas, por exemplo. &#8220;Ao se chamar a pol&iacute;cia para pequenas atividades ou viol&ecirc;ncias leves, os alunos passam a entender os adultos como n&atilde;o-preparados para resolver os problemas&#8221;, exemplificou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra palestrante que abordou a viol&ecirc;ncia na escola foi a coordenadora do Programa Sa&uacute;de na Escola, do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, Marta Klumb. Ela tamb&eacute;m citou a criatividade como solu&ccedil;&atilde;o para a cria&ccedil;&atilde;o de uma cultura de paz: &#8220;N&atilde;o existe outra forma de resolver o problema da viol&ecirc;ncia nas escolas que n&atilde;o de forma integrada a inovadora. S&oacute; vai acontecer se unirmos esfor&ccedil;os&#8221;, destacou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pain&eacute;is seguiram com Helena Barros, coordenadora do VivaVoz &#8211; Servi&ccedil;o Nacional de Orienta&ccedil;&atilde;o e Informa&ccedil;&otilde;es sobre a Preven&ccedil;&atilde;o do Uso Indevido de Drogas; e Edelves Rodrigues, do Centro de Educa&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica e Pesquisa em Sa&uacute;de\/Escola do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, que falaram sobre os servi&ccedil;os oferecidos pelas duas entidades e suas correla&ccedil;&otilde;es com a viol&ecirc;ncia. Pela manh&atilde;, falaram ainda o coordenador da Central &Uacute;nica das Favelas no Rio Grande do Sul (CUFA-RS), Manoel Soares, que falou sobre a experi&ecirc;ncia da CUFA em preven&ccedil;&atilde;o &agrave;s drogas, e Sandra Fagundes &#8211; Secretaria Estadual da Sa&uacute;de.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Agrave; tarde, as palestras tiveram sequ&ecirc;ncia com a fala da coordenadora geral de A&ccedil;&otilde;es de Preven&ccedil;&atilde;o em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica da Secretaria Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a (Senasp), Beatriz Cruz, comentando as principais experi&ecirc;ncias de implanta&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de preven&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia. O trabalho da Secretaria Nacional de Pol&iacute;ticas sobre Drogas (Senad) do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a foi tema da fala do coordenador geral de Projetos Estrat&eacute;gicos da Senad, Robson Robin da Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap&oacute;s as falas, foram formados quatro grupos de trabalho com os temas viol&ecirc;ncia contra a mulher, viol&ecirc;ncia escolar, papel dos munic&iacute;pios na preven&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o a &aacute;lcool e drogas, que contou com o relato do prefeito de Cachoeirinha, Luiz Vicente da Cunha Pires sobre a experi&ecirc;ncia de comunidade terap&ecirc;utica realizada no munic&iacute;pio. Ao final, um representante de cada grupo apresentou as conclus&otilde;es e propostas resultantes do debate, encerrando o semin&aacute;rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi realizado nesta segunda-feira (24) o Semin&aacute;rio Metropolitano de Preven&ccedil;&atilde;o &agrave; Viol&ecirc;ncia &#8211; A&ccedil;&otilde;es Integradas e Inovadoras, promovido pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) e Cons&oacute;rcio Metropolitano. 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Mas se fizermos um cons&oacute;rcio, por exemplo, podemos buscar os recursos e trabalharmos de forma mais efetiva, com melhores resultados&#8221;, exemplificou. Gilmar afirmou que o objetivo do Semin&aacute;rio &eacute; debater a fundo a quest&atilde;o e, no final, preparar uma publica&ccedil;&atilde;o. &#8220;Ser&aacute; dada sequ&ecirc;ncia ao debate pela Granpal. Temos que fazer um trabalho forte, focado nas causas da viol&ecirc;ncia. Aqui estamos estimulando a busca de solu&ccedil;&otilde;es para nossos problemas conjuntos&#8221;, afirmou. &nbsp; Quem tamb&eacute;m destacou as parcerias foi o secret&aacute;rio estadual de Justi&ccedil;a e Direitos Humanos, Fabiano Pereira. O titular da SEJDH destacou que as ideias inovadoras e o acompanhamento das a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais para o sucesso dor programas implantados. Fabiano deu como destaque os cursos profissionalizantes oferecidos na Fase, que est&atilde;o mudando a realidade da entidade que trabalha com adolescentes infratores. &#8220;Depois do projeto, dos 221 jovens que sa&iacute;ram ap&oacute;s passar por cursos, apenas 9,5% reincidiram no crime. Al&eacute;m do curso, estamos oferecendo mais cuidado com a fam&iacute;lia, um ambiente melhor de conviv&ecirc;ncia e mais aten&ccedil;&atilde;o&#8221;, explicou. &nbsp; Durante a manh&atilde;, depois da apresenta&ccedil;&atilde;o da orquestra do Mais Educa&ccedil;&atilde;o do CMEB Maria Lygia Andrade Haack, foram realizado pain&eacute;is sobre diferentes aspectos da viol&ecirc;ncia e sobre servi&ccedil;os que s&atilde;o oferecidos por &oacute;rg&atilde;os e entidades. &nbsp; Os desafios da preven&ccedil;&atilde;o para uma escola segura foi o tema da palestra de Miriam Abramovay, soci&oacute;loga, coordenadora da &Aacute;rea de Juventude e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas da Flacso, doutora em Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade de Lyon e p&oacute;s-doutoranda da Clacso, primeiro painel da manh&atilde;. Ela destacou que &eacute; importante que se traga a comunidade escolar, sobretudo os alunos, para o centro dos debates das a&ccedil;&otilde;es que precisam ser realizadas na escola. Al&eacute;m disso, ela afirmou que &eacute; de suma import&acirc;ncia que a unidade escolar seja um ambiente agrad&aacute;vel. Ela afirmou ainda que a pol&iacute;cia deve ser o &uacute;ltimo recurso para combater a viol&ecirc;ncia na escola ou at&eacute; mesmo para dar cursos sobre drogas, por exemplo. &#8220;Ao se chamar a pol&iacute;cia para pequenas atividades ou viol&ecirc;ncias leves, os alunos passam a entender os adultos como n&atilde;o-preparados para resolver os problemas&#8221;, exemplificou. &nbsp; Outra palestrante que abordou a viol&ecirc;ncia na escola foi a coordenadora do Programa Sa&uacute;de na Escola, do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, Marta Klumb. 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Pela manh&atilde;, falaram ainda o coordenador da Central &Uacute;nica das Favelas no Rio Grande do Sul (CUFA-RS), Manoel Soares, que falou sobre a experi&ecirc;ncia da CUFA em preven&ccedil;&atilde;o &agrave;s drogas, e Sandra Fagundes &#8211; Secretaria Estadual da Sa&uacute;de. &nbsp; &Agrave; tarde, as palestras tiveram sequ&ecirc;ncia com a fala da coordenadora geral de A&ccedil;&otilde;es de Preven&ccedil;&atilde;o em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica da Secretaria Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a (Senasp), Beatriz Cruz, comentando as principais experi&ecirc;ncias de implanta&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de preven&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia. 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