Referências de média e alta complexidade são tema do Fórum de Saúde do Consórcio Granpal.

A pactuação entre o Governo do Estado e municípios para organização dos serviços do Sistema único de Saúde (SUS) foi tema central de debate no Fórum de Saúde do Consórcio Granpal. Nesta quarta-feira (25), as autoridades e secretários de Saúde se reuniram para tratar as principais prioridades dos municípios. A Resolução nº 050/2022 da Comissão Intergestores Bipartite do RS (CIB/RS), que estabelece quais serviços especializados de média e alta complexidade cada município ou região deve oferecer ou ter como referência, dentro da lógica de regionalização da saúde, representa uma preocupação para os secretários. Para Brayan Freitas, secretário de Saúde de Nova Santa Rita esta alternativa não reflete a capacidade das cidades. “Está resolução foi criada com diálogo dentro de uma realidade que existia lá em 2021. Hoje os municípios recebem mudanças de referências e de pactuações de forma muito vertical, as vezes até mesmo sem condições de atender aquela especialidade que é referenciada e acaba provocando efeitos lá na ponta com pacientes que ficam num limbo”. Ficou definido ao final do encontro entre os secretários, a realização de uma avaliação minuciosa e uma analise interna das especialidades em cada município para que sejam levantadas as correções necessárias. Também serão encaminhados pedidos de reunião para o Ministério da Saúde e sindicatos profissionais com objetivo de ampliar o debate com todos os interessados.
Fórum de Saúde da GRANPAL debate recursos para os municípios e elege novo coordenador.

Na última terça-feira, a Granpal promoveu mais uma edição do Fórum de Saúde. O encontro reuniu gestores e representantes municipais para debater os principais desafios da área na região metropolitana. Durante a reunião, foi destacado que o Governo do Estado do Rio Grande do Sul sinalizou a destinação de novos recursos para fortalecer a saúde nos municípios, medida que trará impactos positivos para a rede de atendimento local e para a população. O fórum também marcou a eleição do novo coordenador: Brayan Freitas, que passa a assumir a função de articular os debates e encaminhamentos do colegiado, dando continuidade ao trabalho de integração e fortalecimento da gestão em saúde na região. Com iniciativas como essa, a GRANPAL reforça seu papel de articulação em defesa dos interesses dos municípios.Seguimos trabalhando para melhorar a vida nas cidades.
Fórum de Inovação da Granpal apresenta O Minha Saúde Digital em parceria com o Fórum da Saúde

A FEDERASUL debateu nesta quarta (9) os obstáculos às obras contra enchentes no RS. O presidente Rodrigo Sousa Costa alertou para a lentidão e criticou o uso político das tragédias.
André Brito (Granpal) citou a burocracia como entrave. Sebastião Melo (Porto Alegre) disse que a cidade investe em prevenção. Juliana Carvalho (Eldorado do Sul) apontou atrasos causados por disputas judiciais.
O encontro reforçou a urgência de ações efetivas.
Fórum de Saúde da Granpal prepara radiografia da saúde na região

A Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) retomou, nesta quinta-feira, 30, os encontros dos diferentes fóruns realizados mensalmente. O primeiro deles reuniu secretários de Saúde das cidades da região que voltaram a debater o programa Assistir, pauta unânime estabelecida no encontro de imersão entre os prefeitos realizado na semana passada em Santo Antônio da Patrulha. “Hoje foi o primeiro passo, com o objetivo de fazer uma análise técnica tanto do Assistir, como o levantamento dos números, dos dados sobre o programa em cada localidade. Definimos a criação de duas áreas técnicas específicas para que, até março, tenhamos um relatório completo para entregar aos prefeitos associados. Só assim vamos conseguir fazer um debate com os governos estadual e federal sobre a realidade da Saúde em nossas cidades”, comenta o prefeito de Taquari, André Brito. Previamente e possível identificar as dificuldades com os hospitais, que aumenta a cada dia na mesma proporção que cresce a demanda por serviços. “As filas cada vez ficam maiores e o financiamento é muito baixo, criando dificuldades, inclusive, de viabilidade econômica para a continuidade dos hospitais”, diz.